domingo, 7 de junho de 2009

"Lobos" vencem Espanha

Raguebi

Já que os nossos canais televisivos apenas se dedicam ao futebol, (sem comentários) sejamos nós a noticiar a vitória da selecção nacional de râguebi, os “lobos”, que brilhou ao bater a Espanha por 19-12, ontem, sangrando-se campeã do Torneio Internacional de Ostrava.
Esta vitória assegura a presença de Portugal na fase final do Campeonato Europeu de Sevens, que terá lugar em Hannover, nos dias 11 e 12 de Julho.

CANAL TELEVISIVO NA NET PARA PAIS/ENC. ED.

Palavras para quê?
Leiam e pasmem!



Confap quer lançar TV online para pais no próximo ano lectivo

A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) prevê lançar um canal televisivo na Internet já no próximo ano lectivo, revelou hoje o presidente da estrutura. "Vamos tentar que a estação funcione já no próximo ano lectivo", disse Albino Almeida.

O dirigente referiu que a "TV Pais" servirá essencialmente para fazer a "capacitação parental" dos encarregados de educação, ou seja, para os ajudar a acompanhar melhor o processo educativo dos seus filhos. "Pessoas com provas dadas na Educação" serão convidadas a animar algumas emissões, segundo o presidente da Confap, que não adiantou nomes.

Para Albino Almeida, será desejável que os pais vejam a emissão de TV online nos computadores dos filhos, em "partilha". A selecção dos conteúdos e a orientação editorial do canal serão da responsabilidade directa da Confap, mas a instalação e manutenção técnica dos equipamentos, a montagem e execução dos programas, bem como a formação dos colaboradores do futuro canal de televisão ficam a cargo do Instituto Superior de Línguas e Administração de Gaia.

Um protocolo alusivo foi assinado sábado entre as duas partes. Na altura, o instituto superior de Gaia e a Confap acordaram também parcerias em pós-graduações, acções de formação, qualificação e reciclagem.

(in Público.pt)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

AVALIAÇÃO

Professores avaliadores só com especialização

por RITA CARVALHO - 01 Junho 2009

Conselheiros do ME foram às escolas ver aplicação do modelo. E concluíram que os avaliadores se sentem pouco preparados e sem muita capacidade para avaliar.

Os professores avaliadores devem fazer uma nova formação de médio ou longo prazo ao nível do ensino superior. Esta é a recomendação do Conselho Científico para a Avaliação dos Professores (CCAP) que considera que, actualmente, muitos não possuem experiência, competência nem perfil para avaliar os colegas, como prevê o modelo de avaliação. O relatório deste órgão consultivo do Ministério da Educação será apresentado à tutela nos próximos dias.

O Conselho não especifica o modelo dessa formação, que pode, por exemplo, passar por uma pós graduação. "Não nos compete propor o modelo dessa formação. Apenas propomos uma formação de médio ou longo prazo, numa instância do Ensino Superior. E dizemos que esta é uma das debilidades do sistema que dificulta a operacionalização da avaliação de desempenho", avançou ao DN Alexandre Ventura. O presidente do CCAP sublinha ainda que acções de formação pontuais e de algumas dezenas de horas não são suficientes para dotar os avaliadores das competências necessárias.

"Há professores que podem dar boas aulas e não ser bons coordenadores nem bons a avaliar os colegas", afirma. Muitos alegam falta de experiência, pouco à vontade para apreciar o trabalho dos seus pares, que se reflecte no receio de que isso afecte o relacionamento interpessoal, ou falta de perfil, explica Alexandre Ventura. Outros problemas e "tensões", acrescenta, advêm ainda de alguns avaliados não reconhecerem competências pedagógicas aos avaliadores.

Os conselheiros do Ministério da Educação estiveram dois meses em dezenas de escolas - ao todo em 30 unidades orgânicas que incluem escolas e agrupamentos -, a recolher informação sobre a execução do modelo.

"Fomos ver a história destas escolas. Como implementaram o modelo, que dificuldades encontraram e como as ultrapassaram. E perceber quais as causas dos ritmos diferentes que houve na operacionalização do modelo", explica Alexandre Ventura, sublinhando a heterogeneidade encontrada.

O Conselho Científico sublinha que a liderança e a capacidade de mobilização dos professores foi o factor determinante na execução do modelo. "Os que avançaram mais depressa foram os que tiveram mais capacidade de mobilização. Aconteceu isso mesmo com conselhos executivos que não eram fãs do modelo, mas sentiram que, por uma questão de profissionalismo, tinham o dever de dar o seu melhor", afirmou o presidente do CCAP. Alexandre Ventura diz mesmo que, nalguns casos, a mobilização fez-se como desafio, numa tentativa de mostrar que o modelo não era exequível.

O CCAP sublinha, contudo, que não lhe compete decidir o que fazer com esta avaliação e todos os problemas criados. "Essa é uma decisão política."

segunda-feira, 18 de maio de 2009

PROVAS DE AFERIÇÃO DOS 4.º e 6.º ANOS

Associação de Professores de Português considera provas "facilitistas"
18.05.2009 - 16h28 Bárbara Wong


A Associação de Professores de Português (APP) que há algum facilitismo nas provas de aferição dos 4.º e 6.º anos. Em ambas as provas é pedido aos estudantes que escrevam textos e nesses são indicados alguns elementos que os avaliados não devem esquecer, ou seja, indicam-se elementos que são objecto de avaliação, explica Paulo Feytor Pinto, presidente da APP.

As provas são "facilitistas", mas "não é deste ano, é desde sempre", acusa o responsável. Contudo, a APP congratula-se com a diversidade das tipologias textuais apresentadas aos alunos, quer para avaliar a competência de leitura – foram apresentados textos de narrativa, drama, informação-descrição, instruções, índice, artigo de dicionário; quer para avaliar a competência de produção escrita – ao 6.º ano foi pedido um texto expositivo-argumentativo; ao 4.º ano um diálogo ficcionado e um convite formal.

É nestes textos que a APP lamenta a indicação de referências que são objecto de avaliação. Por exemplo, na prova do 4.º ano é pedido para escrever um convite e informar quem é que está a ser convidado. Feytor Pinto defende que se a criança não sabe isso, então desconhece como se redige correctamente um convite. Ou seja, a informação dada pelo teste deveria ser omitida para melhor avaliar as competências dos alunos.

No que diz respeito à gramática, os exercícios são "bastante bons". Há apenas um problema: foi adoptada terminologia que ainda não está generalizada. Os "substantivos" são "nomes", segundo a Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário (TLEBS), que não entrou ainda em vigor. Portanto, os professores não são obrigados a usar "nome", pois nos programas estes continuam a ter a designação de "substantivos". Haverá alunos que terão dificuldade a responder a essas perguntas, diz.

A APP continua a questionar a utilidade das provas de aferição cujos resultados só são conhecidos no ano lectivo seguinte. O presidente pergunta porque não são feitas aferições a outras disciplinas, além de Língua Portuguesa e Matemática. A associação alerta que este tipo de avaliação "condiciona negativamente o processo de ensino e aprendizagem dado que, pela sua própria natureza, não consegue nem nunca conseguirá avaliar a totalidade dos conhecimentos e das competências que fazem parte do programa obrigatório". Além disso, acrescenta Feytor Pinto, os professores podem cair na tentação de, durante um ano inteiro, só prepararem os alunos para responder a estas provas. "É muito pouco", conclui.

domingo, 3 de maio de 2009

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O regresso do irlandês

Aos 64 anos, poderoso!

Relembremos esta voz inigualável, companheira de tantos anos!




Mais um pedaço de paraíso perdido...